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Palavras de Areia

Partilha de sentires, emoções, aferições, estados de alma e coisas banais. Pequenas histórias de ontem, de hoje e que se sonham para o amanhã.

Palavras de Areia

Partilha de sentires, emoções, aferições, estados de alma e coisas banais. Pequenas histórias de ontem, de hoje e que se sonham para o amanhã.

02.10.17

Aos amigos


Maresia

Amizade é um amor que se sente nas palavras, nos sorrisos, nos olhares, nas gargalhadas, nos abraços.

Eu? Amo amigos simples, transparentes, imperfeitos. Aqueles que são fracos e fortes, tristes e alegres, que agem e reagem, sem medo de mostrar sentimentos, fraquezas, sentires. Os que fraquejam, mas que se levantam gigantes depois da tempestade; os que choram, mas que sabem gargalhar de si próprios; os duros nas palavras, mas doces nos abraços.

Há amigos de sempre e para sempre. Aqueles que chegaram, às nossas vidas, almas gémeas de pensamentos, de instintos e telepatias. Que podia o tempo parar, pode o tempo voar, que estão lá, iguais a si mesmos, com a mesma amizade, o mesmo tom de voz, o mesmo abraço apertado. É sempre um até já, onde não há lugar à estranheza, aos ventos de mudança e que nos leem sempre nas entrelinhas.

Há amigos que chegam emprestados, que nos marcam a alma. Com os quais partilhamos um determinado período de tempo, pelas circunstâncias da vida, e que depois se somem da vista, mas nunca do coração e do pensamento. São marcos de amor na nossa cronologia. Tão importantes no nosso crescer de gente, na nossa humanização de sentimentos e partilhas. Que me dizem sempre que, por aí no planeta azul, existem seres tão especiais, aos quais desejo sempre, sempre tudo de bom, aquilo que os faça sorrir na corrida dos dias e lhes console as lágrimas.

Há ainda pessoas especiais, que mal conheço, mas que por obra da aura, da energia, ou sabe-se lá por quê, as adoro e terão sempre o meu melhor sorriso e abraço, o meu apoio e a minha disponibilidade.

Sou esquisita com os amigos. Prefiro que sejam os tais, os que me aceitam como sou, com as minhas qualidades e todos os meus defeitos. Detesto máscaras, fingimentos civilizados, futilidades, conversas banais. Sou de extremos. Adoro galhofas, piadas e risotas. Adoro partilhar ideias, opiniões, sentires. Detesto o meio-termo, o fazer conversa, falar de rotinas e diários de bordo. Os amigos querem-se desbocados, mijados a rir, lavados em lágrimas. Tenho alguns, vocês sabem quem são.

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