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Palavras de Areia ®

Partilha de sentires, emoções, aferições, estados de alma e coisas banais. Pequenas histórias de ontem, de hoje e que se sonham para o amanhã. Poemas meus e desabafos de amor e de vida.

Palavras de Areia ®

Partilha de sentires, emoções, aferições, estados de alma e coisas banais. Pequenas histórias de ontem, de hoje e que se sonham para o amanhã. Poemas meus e desabafos de amor e de vida.

29.11.19

A Imperfeição do Amor, de Joaquim Mestre

Um Romance Imperfeito

Maresia
A Imperfeição do Amor é o segundo romance do autor Joaquim Mestre (1955-2009), que nos presenteou com uma escrita marcada pela originalidade e por uma ação labiríntica, que nos testa e nos encaminha a desfechos inusitados. Partindo de um mundo onírico, mergulhando numa bruma de presságios e fenómenos, nasce a nossa história e o nosso personagem principal, Quico Regueiro, numa zona portuária (...)
18.11.19

Pela mão da minha Mãe

Viagem no tempo à Aldeia

Maresia
Hoje, a minha mãe levou-me pela mão a passear na sua aldeia natal da Trindade, em Beja. Corriam os finais dos anos 50...por aí... Percorremos as ruas, espreitámos postigos e relembrámos rostos da sua infância. Na Travessa dos Mestres, visitámos a Avó Helena, que estava a fazer alguidares de massa e a fritar filhoses, já o Avô Helena bracejava de forma ágil no seu ofício e dizia à minha mãe, que de tanto o ver fazer, qualquer dia também ela faria sapatos. Na oficina da (...)
02.10.19

Breviário das Almas

Um Conto de Mestre

Maresia
Joaquim Mestre escreveu "Breviário das Almas", um título que me chega pelas mãos da sua aldeia natal, Trindade, concelho de Beja. Conto vencedor do Prémio Manuel da Fonseca 2008. De leitura breve, mas intensa. De se perder o fio à meada, este breviário de vidas, de amores, de desfechos intensos. Fantasticamente perturbador, que no seu finalmente nos sorri e conforta. Conto que nos remexe, nos (...)
24.08.19

Vamos à aldeia.

Maresia
Recordo a música do empedrado, o desfile das brancas caiadas, o ladrar dos cães, os anciãos nas escadas de Deus e, por fim, aquelas vozes melodiosas de boas vindas. Era assim, o regresso à pequena aldeia. Aldeia de ecos, de crianças livres, mulheres de negro e homens camuflados. Raízes que me prendiam ali, distantes do meu mundo que ficara bem lá para trás, no fundo da longa estrada. Universo paralelo da minha infância, onde descobria os avós, os tios, os primos. Onde a minha (...)